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Em decisão inédita, liminar garante a empresas do varejo de alimentos pagar o vale-transporte a R$ 4,30

Em uma decisão inédita, divulgada no último dia 23 de maio, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que as empresas representadas pelo Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo) poderão pagar o vale-transporte pelo mesmo valor da tarifa comum na capital.

 

A tarifa básica única dos ônibus na cidade é de R$ 4,30. Já as empresas que pagam vale-transporte para os funcionários desembolsam adiantado o valor de R$ 4,57 por viagem do empregado, porque desde o dia 07 de fevereiro de 2019 a prefeitura acabou com os subsídios que deixavam a passagem pelo vale-transporte com o mesmo valor da tarifa comum.

 

Em sua decisão, a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara de Fazenda Pública, afirmou que “a distinção entre o valor do vale-transporte e da tarifa comum afronta o princípio constitucional da isonomia, visto que o serviço prestado para a cobrança da tarifa é o mesmo”.

 

Clique aqui e leia a decisão na íntegra.

 

A entidade ingressou com o Processo nº 1025742-84.2019.8.26.0053 no dia 22 de maio de 2019, com o objetivo de unificar o valor do vale-transporte ao da tarifa comum, que é R$ 4,30, por entender que as novas regras prejudicaram a todos, empregados e empresas.

 

O artigo 9º da Portaria SMT nº 189/2018 (depois alterada pela Portaria SMT nº 21/2019) instituiu um valor diferenciado entre as tarifas comum e do vale-transporte na cidade, o que não poderia ter ocorrido, visto que há uma legislação federal que versa sobre o tema.

 

“A prefeitura não tem autonomia para majorar o preço por meio de Portaria, instituindo um valor diferente para cada tarifa. Como é vedado dar o benefício em espécie, a prefeitura aumentou os custos do vale-transporte para as empresas, em R$ 0,27 por passagem, assim como para o empregado, que arca com o desconto de até 6% para custeá-lo”, afirma o advogado do Sincovaga, Alexandre Furtado.

 

“Esta decisão é muito importante para o Sincovaga, porque mostra que o sindicato está acolhendo o pleito das empresas e beneficiando a categoria econômica e os próprios funcionários, já que o desconto será aplicado sobre a tarifa de R$ 4,30 e não de R$ 4,57, como até então ocorria”, conclui.

 

O Sincovaga representa mais de 40 mil empresas da categoria econômica do varejo de gêneros alimentícios, entre elas as que comercializam, predominantemente, alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica no Estado de São Paulo, como hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões.

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Presstalk Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa do Sincovaga

Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

 

Menos otimistas, consumidores deixam de ser fieis a marcas no supermercado, indica sondagem do Sincovaga

SÃO PAULO, MAIO de 2019 – A crise econômica voltou a influenciar as escolhas dos consumidores no supermercado, de acordo com sondagem realizada pelo Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo) em todas as regiões da capital, em abril de 2019.

 

Segundo o levantamento, 78% dos entrevistados passaram a experimentar outras marcas de produtos, exceto as líderes, nos últimos seis meses e para 76% as alterações no padrão de consumo ocorreram por conta do preço, enquanto que para 16,3% a motivação foram as promoções.

 

O índice vem subindo, pois em relação à sondagem anterior, realizada em outubro de 2018, a porcentagem de consumidores que haviam deixado de ser fieis a marcas era de 69,6%.

 

Mas se o preço foi a maior motivação para a troca de marcas de seis meses para cá, agora é a qualidade que traz esse público de volta às marcas premium ou líderes de mercado. Do total, 71,3% já voltaram a consumir as marcas líderes, motivados pela melhor qualidade dos itens, com destaque para as categorias de higiene e limpeza (61,4% das respostas); mercearia (35,1%); bebidas (29,8%); frios e laticínios (26,3%); e açougue (15,8%).

 

Perguntados sobre a expectativa em relação à economia, 63,7% dos respondentes acham que os preços irão se elevar nos próximos seis meses; 25,5% opinaram que os preços irão se manter no mesmo patamar e 10,8% acreditam que haverá redução.

 

Neste item é evidente o pessimismo atual do público sobre os rumos da economia, pois na sondagem anterior 29,4% achavam que a situação econômica iria melhorar no semestre subsequente, 35,3% afirmaram que iria ficar como estava e 35,3% acreditavam que iria piorar.

 

A conjuntura atual também afetou a frequência das idas aos supermercados e afins: 32,4% dos consumidores afirmaram ir menos vezes às compras hoje em comparação a um ano atrás. Na sondagem de outubro de 2018, esse índice era de 28%. A maioria dos entrevistados afirmou que prefere ir uma vez por semana ao supermercado (50%).

 

Aspectos mais valorizados – O público foi consultado também sobre os aspectos que mais valorizam em um supermercado. O diferencial mais citado foi o preço, com 24,4% das respostas, seguido pela qualidade dos produtos (17,8%), localização (15,7%), variedade (14%), atendimento (12,5%), limpeza (9,6%) e atendimento no caixa (6%).

 

Dos formatos de varejo preferidos, os atacarejos, com 33,3% das indicações, ultrapassaram os supermercados (23,5%) na preferência do público. Na sondagem de outubro de 2018, a maioria preferia os supermercados (31,4%), ante os atacarejos (22,5%). As demais respostas se dividiram entre hipermercados (17,6%); lojas de vizinhança de grandes marcas (15,7%) e mercadinhos de bairro (9,8%).

 

Sobre o Sincovaga

Com 88 anos de história, o Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo) representa mais de 40 mil empresas da categoria econômica do varejo de gêneros alimentícios, entre elas as que comercializam, predominantemente, alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica no Estado de São Paulo.

 

Dentre os estabelecimentos representados estão hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões.

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Impacto das mudanças no vale-transporte irá encarecer produtos nos supermercados, avalia Sincovaga

SÃO PAULO, abril de 2019 – O consumidor pagará mais caro pelos produtos nos supermercados, reflexo do impacto negativo da recente mudança no uso do vale-transporte na cidade de São Paulo, prevista no Decreto nº 58.639/2019, assinado em 22 de fevereiro pelo prefeito Bruno Covas, e que entrou em vigor no dia 1º de março.

 

A avaliação é do Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo), entidade que representa mais de 40 mil empresas da categoria econômica do varejo de gêneros alimentícios, entre elas as que comercializam, predominantemente, alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica no Estado de São Paulo, como hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões.

 

“A situação é grave, pois há empresas do varejo de alimentos na capital que já somam mais de R$ 120 mil mensais em prejuízos, que infelizmente terão de ser repassados aos preços das mercadorias, punindo o consumidor”, avalia o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado.

 

A tarifa básica única dos ônibus na cidade é de R$ 4,30. Já as empresas que pagam vale-transporte para os funcionários desembolsam adiantado o valor de R$ 4,57 por viagem do empregado, porque desde o dia 07 de fevereiro de 2019 a prefeitura acabou com os subsídios que deixavam a passagem pelo vale-transporte com o mesmo valor da tarifa comum.

 

Além disso, com as novas regras, os usuários têm agora três horas para fazer até dois embarques nos ônibus municipais da SPTrans, pagando uma tarifa de R$ 4,57. Até o dia 28 de fevereiro de 2019, o vale-transporte permitia que o passageiro embarcasse em quatro ônibus no período de duas horas.

 

“As mudanças prejudicam a todos e deveriam ser reavaliadas pela prefeitura. É um obstáculo para os empregados, sobretudo os que moram distante do trabalho, pois levarão mais tempo para chegar ao destino; e para as empresas, que terão aumento de custos, o que irá repercutir nos preços ao consumidor e na própria retomada das contratações no setor”, avalia o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado.

 

O Sincovaga representa mais de 40 mil empresas da categoria econômica do varejo de gêneros alimentícios, entre elas as que comercializam, predominantemente, alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica no Estado de São Paulo, como hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões.

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Parceria entre Sincovaga e SECSP torna o mutirão de vagas de emprego permanente em SP

SÃO PAULO, AGOSTO de 2018 – O Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo) firmou parceria com o SECSP (Sindicato dos Comerciários de São Paulo) para que a partir do dia 6 de agosto de 2018 (segunda-feira) o mutirão de vagas de emprego se torne permanente em São Paulo.

Nesta ação conjunta, o Sincovaga, sindicato patronal que representa mais de 40 mil empresas no estado, entre hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões, buscará em sua categoria de representação as ofertas de vagas e o SECSP colocará à disposição das empresas participantes a estrutura da entidade, que fica na região central da cidade, e que tem mais de 7 mil m2 para atender os candidatos confortavelmente.

No primeiro mutirão, realizado pelo SECSP no dia 16 de julho, mais de 10 mil pessoas compareceram em busca de uma oportunidade de emprego e cerca de 2.000 mil vagas foram preenchidas.

A partir do dia 06 de agosto de 2018, os candidatos poderão comparecer no SECSP (Rua Formosa, 99, Centro), das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, para retirar uma senha, munidos dos seguintes documentos: carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de endereço e currículo.

Segundo o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado, a iniciativa só tem a favorecer ambas a categorias, pois centraliza as vagas e aproxima a oferta de emprego daqueles que buscam uma oportunidade. “Nesse primeiro momento, cerca de 15 mil empresas de municípios próximos da capital serão contatadas pelo Sincovaga. Esse tipo de ação conjunta ajuda a ampliar a probabilidade de preenchimento das vagas pelas empresas que necessitam dos profissionais e demonstra que ambas as entidades estão empenhadas em colaborar para que o País volte a crescer, com a diminuição do desemprego”, afirma Furtado.

 

Mais informações: (11) 3335-1100.

 

Serviço:

Mutirão permanente do emprego SECSP e Sincovaga

Data: A partir de 6 de agosto de 2018, das 8h às 17h

Local: Sede do SECS – Rua Formosa, 99, Centro.

Haverá distribuição de senhas e o candidato deve estar munido dos seguintes documentos: carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de endereço e currículo.

 

Sobre o Sincovaga

Com 87 anos de história, o Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo) representa mais de 40 mil empresas da categoria econômica do varejo de gêneros alimentícios, entre elas as que comercializam, predominantemente, alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica no Estado de São Paulo.

Dentre os estabelecimentos representados estão hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões.

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Supermercados de Guarulhos e região conquistam desoneração dos feriados

SÃO PAULO, JUNHO de 2018 – Foi firmada na terça-feira, 12 de junho de 2018, a convenção coletiva da categoria econômica do varejo de alimentos de Guarulhos e região, incluindo as cidades de Poá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Santa Isabel e Arujá.

Com grande empenho do Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo) nas negociações, em andamento desde setembro do ano passado, e diante do cenário desafiador, de crise econômica e insegurança frente às alterações da reforma trabalhista, o resultado obtido foi positivo e inovador, diante da extensa pauta proposta.

O aumento do piso salarial, válido a partir de 1º de outubro de 2017, ficou em 3%. “A negociação resultou em concessão de aumento real aos comerciários, ao mesmo tempo em que diminuiu para as empresas o custo para o trabalho em feriados, mas sem deixar de trazer ganho para o trabalhador que se ativa nesses dias”, afirma o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado.

Uma das inovações e reivindicação antiga das empresas foi a desoneração do trabalho em feriados. A partir de agora, as empresas poderão optar pela concessão de folga ou pelo pagamento das horas trabalhadas do empregado com o adicional de 100% para cada feriado em que houver a ativação do comerciário, não sendo permitido acumular os dois. Na hipótese da folga, esta terá de ser concedida em até 60 dias, sob pena de multa de 100%.

Continua vedado o trabalho e o funcionamento das empresas, salvo para serviços indispensáveis de segurança e manutenção, nos feriados de Natal (25 de dezembro) e Dia Mundial da Paz e da Confraternização Universal (1º de janeiro).

“Diante da situação econômica atual, com inflação baixa, o custo do trabalho em domingos e feriados se mostra quase proibitivo, desestimulando a atividade empresarial. Todavia, o abastecimento do varejo de alimentos é atividade essencial para a população e não pode deixar de ser efetivada pelas empresas. A redução de custos, ora pactuada, é um passo à frente para reequilibrar o custo, que trazia embutido a cultura do período inflacionário, agora distante, felizmente”, analisa Furtado.

Para o especialista, o papel do sindicato foi valorizado ao proporcionar uma situação em que todos foram beneficiados. “Convenções coletivas verdadeiras e bem-feitas precisam trazer ganhos para os dois lados, tanto o empregado quanto o empregador. Nesta convenção não foi diferente: os comerciários ganharam aumento real e as empresas tiveram redução no custo do trabalho em feriados. Foi efetivamente um ‘ganha x ganha’”, avalia.

Na opinião do presidente do Sincovaga, isso significa uma quebra de paradigmas, refletida pela evolução do próprio mercado de trabalho. “Acredito que cabe a cada empresa mostrar ao seu colaborador como foi importante a mudança, uma vez que assegura a continuidade produtiva da empresa, garante o emprego, além de permitir ganho real no reajuste da data-base”, afirma. “É um trabalho que os RHs devem e precisam cuidar, pois colabora para a paz social que toda convenção objetiva com seu resultado”, completa.

Outro ponto comum nas Convenções Coletivas assinadas foi o tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas, que seguem gozando de condições especiais no que se refere a pisos salariais, desde que seja implementada a condição da cláusula específica.

No site www.sincovaga.com.br você encontra a integra de todas as normas. Mais informações e esclarecimentos, entre em contato pelo telefone: (11) 3335-1100.

 

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Sincovaga estima em 8% crescimento nas vendas dos supermercados de SP nesta Páscoa

Entidade avalia que os preços devem ser entre 3% e 5% maiores que no ano passado e que produtos na faixa de R$ 20,00 serão os mais procurados

SÃO PAULO, FEVEREIRO de 2018 – O Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo), entidade patronal que representa 40 mil empresas desta categoria econômica, estima que os supermercados da capital paulista podem ter um aumento nas vendas nesta Páscoa em torno de 8%, em comparação com o desempenho de 2017.
A expectativa para a data, a segunda melhor do ano depois do Natal, é condizente com a realidade de melhora nas vendas do varejo de alimentos, segundo o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado. “Tanto a indústria quanto o varejo estão apostando em um crescimento, ainda que modesto, próximo de 8% em relação às vendas de 2017, com preços maiores entre 3% e 5% em relação ao ano passado.”
Segundo ele, o varejo alimentar aprendeu muito com a crise e não aposta só na venda de ovos de Páscoa. “A intenção é investir forte em chocolates em geral, considerando a perspectiva de que o consumidor não deve gastar muito e que produtos na faixa de R$ 20,00 serão os mais atrativos”, avalia o especialista.

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