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bioMérieux

BIOMERIEUX

bioMérieux adquire a empresa Invisible Sentinel, nos Estados Unidos

A bioMérieux, empresa francesa com presença global em diagnóstico in vitro e líder mundial em testes de microbiologia de alimentos, anunciou oficialmente a aquisição da empresa Invisible Sentinel Inc. Esta empresa, com sede na Filadélfia (PA), desenvolve, fabrica e comercializa ferramentas de diagnóstico molecular inovadoras e de fácil utilização para a detecção rápida, precisa e confiável de patógenos e micro-organismos deteriorantes em alimentos e bebidas.

A Invisible Sentinel desenvolveu o Veriflow®, uma tecnologia inovadora de captura de DNA que combina protocolos e fluxos de trabalho muito simples com precisão, especificidade e resultados rápidos. Esta plataforma de testes moleculares é muito fácil de usar e não requer infra-estrutura de laboratório sofisticada.

Tem como alvo segmentos de clientes diversificados na indústria de alimentos e bebidas (cerveja, vinho, sucos, alimentos etc.). A patenteada tecnologia Veriflow®, que integra abordagens inovadoras baseadas em princípios científicos convencionais, já possui uma comprovada aceitação pelo mercado, com mais de 1 milhão de testes vendidos desde o seu lançamento em 2014.

Esta aquisição reforça a posição da bioMérieux na detecção de patógenos alimentares e de micro-organismos deteriorantes, expandindo-a para novos segmentos de clientes, como cervejarias e vinícolas.

A bioMérieux oferecerá agora alternativas inovadoras para fornecer resultados precisos para testes de patógenos raros e matrizes alimentares desafiadoras. A aquisição também complementa a solução molecular para testes em alimentos, o GENE-UP® da bioMérieux, e ainda oferece a oportunidade de adaptar os ensaios da Invisible Sentinel no sistema GENE-UP®, tornando-os disponíveis para os clientes que processam grandes volumes diários de amostras.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha de Imunologia e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux.

No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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Mais informações:

PressTalk Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa da bioMérieux

Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

 

 

 

Diagnóstico rápido e correto de doenças infecciosas salva vidas

SÃO PAULO, MAIO de 2019 – Com a proximidade do inverno, aumenta a tendência de as pessoas ficarem em ambientes fechados, com menos circulação de ar, o que favorece a disseminação de vírus respiratórios, a exemplo do Influenza, que só em 2018 matou 1.381 pessoas de gripe no Brasil.

Além da proteção da vacina e dos cuidados para evitar a transmissão, o diagnóstico rápido é imprescindível para diminuir a letalidade das doenças, especialmente neste caso, em que o vírus pode causar quadros muito graves. O diagnóstico precoce por parte dos profissionais de saúde, quando realizado nas primeiras horas, tem clara implicação positiva no tratamento e no prognóstico, dizem especialistas.

“No caso de pacientes com quadros graves, um resultado positivo para Influenza muda a forma de tratamento e evita o uso desnecessário de antibióticos, diminuindo os efeitos adversos, como insuficiência renal (que aumenta, e muito, a mortalidade desse paciente), tempo de internação em UTI e em última análise, os custos”, afirma Ivan França, médico Infectologista e Intensivista e Doutor em Ciências Médicas pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

“Já em casos de pacientes imunocomprometidos, como transplantados de medula óssea, transplantados de órgãos, pacientes com Aids, pacientes em uso de imunossupressores ou corticoides ou em tratamento de câncer, o diagnóstico de infecção por vírus respiratórios pode mudar toda a diretriz do tratamento. Como eles fazem uso de muitos medicamentos e têm a imunidade muito baixa, se não tivermos o diagnóstico rápido da causa da infecção respiratória, eles acabarão fazendo uso de dois ou três antibióticos diferentes ao mesmo tempo, além de antifúngicos e antivirais muito tóxicos e caros, com mais chances de complicações, mais tempo em UTI, maior chance de desenvolverem insuficiência renal e hepática e maior mortalidade”, alerta.

Diagnóstico preciso e rápido salva vidas, por isso o médico deve sempre saber, não apenas contar com uma suspeita clínica a respeito da causa da doença do paciente.

Nesse sentido, o especialista destaca as vantagens dos testes moleculares de diagnóstico rápido, que indicam o resultado em até uma hora. “Como o resultado do exame sai rápido e tem alta especificidade, quando ele vem negativo, há uma grande segurança para a equipe médica dar alta hospitalar do PS para casa ou, em caso de paciente hospitalizado, a segurança de liberá-lo do isolamento. Nos casos em que o exame vem positivo, pode-se afastar quadro respiratório bacteriano e, portanto, na maior parte das vezes pode-se suspender terapias antibacterianas desnecessárias.”

Segundo o médico, conforme o vírus detectado, é possível ainda iniciar o tratamento antiviral adequado o mais rápido possível, o que faz toda a diferença inclusive em desfecho clínico e na diminuição de mortalidade, como acontece no tratamento de Influenza e vírus sincicial respiratório.

Outra preocupação atual é com o surgimento de cepas bacterianas multirresistentes, ou seja, bactérias que são resistentes a quase todos os antibióticos que existem. “Sabe-se que em grande parte isso ocorre pelo uso indiscriminado de antibióticos. Uma das maneiras de combater a resistência bacteriana é evitar o uso de antibióticos desnecessários. Com o diagnóstico rápido e preciso de infecções e outras doenças, evita-se o uso de antibióticos”, completa.

 

Diagnóstico rápido salva vidas − Seguindo este conceito, a bioMérieux, líder mundial em diagnóstico in vitro, disponibiliza no Brasil a tecnologia do Diagnóstico Sindrômico com FilmArray, sistema exclusivo capaz de detectar, em apenas uma hora, dezenas de microorganismos, vírus, bactérias, fungos e protozoários, entre eles os causadores da Sepse, do H1N1 e de diversas doenças respiratórias e gastrointestinais, além de sepse, meningite e encefalite.

A tecnologia já está sendo utilizada no País e foi desenvolvida pela BioFire, empresa do grupo bioMérieux. O equipamento tem aprovação dos órgãos competentes – ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no Brasil, e FDA (Food and Drug Administration), nos Estados Unidos.

A abordagem sindrômica com a tecnologia FilmArray é um agrupamento amplo, baseado em sintomas, de prováveis patógenos em um único teste molecular rápido que maximiza a chance de obtenção da resposta correta em um período de tempo clinicamente relevante. A disponibilidade dos testes FilmArray levam à resultados mais rápidos melhorando a administração de antimicrobianos e antivirais, detecção e rastreabilidade de surtos e investigação de patógenos desconhecidos.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

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Mais informações:

PressTalk Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa da bioMérieux

Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

Simpósio debate soluções diagnósticas inovadoras para instituições de saúde públicas e privadas

SÃO PAULO, MAIO de 2019 – Entre os grandes problemas atuais no tratamento de doenças infecciosas, seja em instituições de saúde pública ou privada, estão o reconhecimento etiológico, ou seja, a identificação rápida e correta do agente causador de uma doença, além da evolução da resistência bacteriana.

 

A causa para isso está no uso indiscriminado de antibióticos em situações em que não há indicação, por exemplo, frente a infecções de causa viral, ou de maneira errada, sem o conhecimento do perfil de sensibilidade dos agentes bacterianos, bem como da farmacocinética (o caminho percorrido e o impacto causado pelos remédios no corpo humano) e da farmacodinâmica (ação no organismo dos medicamentos e substâncias químicas) dos antibióticos.

 

Esses serão alguns dos temas abordados pelos especialistas convidados no IV Simpósio de Infectologia Pediátrica do Hospital Infantil Darcy Vargas, que será realizado no dia 25 de maio de 2019, das 8h30 às 18h, na Unicid (Rua Butantã, nº 285, Pinheiros), na zona oeste de São Paulo.

 

A bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, é uma das apoiadoras do simpósio. A companhia desenvolveu e oferece com exclusividade no País o sistema Film Array, que consiste em testes de diagnóstico rápido, em até uma hora, para dezenas de micro-organismos causadores de doenças respiratórias, gastrointestinais, meningites, encefalites e sepse.

 

Para um dos organizadores do Simpósio, o médico infectologista no Hospital Infantil Darcy Vargas, Marcelo Otsuka, quanto melhor se conhece a causa de uma infecção, maior será a possibilidade de reduzir o uso inadequado dos antibióticos, e consequentemente a resistência antimicrobiana, além de diminuir o custo do tratamento.

 

O especialista cita como exemplo o diagnóstico rápido de uma infecção por Influenza, onde é fundamental a instituição precoce do tratamento, para melhor resposta terapêutica. “Como muitas infecções virais apresentam semelhanças nas manifestações clínicas, torna-se decisiva a utilização de técnicas laboratoriais para o diagnóstico desses agentes, e sempre o mais rápido possível com valores preditivos positivo e negativo elevados”, diz o médico, que é Mestre em Pediatria pela Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e Diretor Técnico de Saúde II do Hospital Infantil Darcy Vargas (HIDV).

 

Sendo o hospital uma instituição pública, Otsuka também destaca a importância do compartilhamento de experiências para o aprimoramento do diagnóstico clínico e laboratorial, que beneficia não somente os pacientes, mas ajuda a reduzir custos, a incidência da resistência antimicrobiana e, consequentemente, o tempo de internação.

 

“A oportunidade de discutirmos novas possibilidades diagnósticas inovadoras, como as técnicas moleculares para vírus, a exemplo do Film Array, debatendo seus benefícios para os pacientes e redução dos custos diretos e indiretos no atendimento destes, torna-se crucial em momentos em que há tantas restrições orçamentárias nos serviços públicos e mesmo nos particulares”, completa.

 

O Simpósio contará com palestrantes de instituições como Santa Casa de Misericórdia São Paulo, Unifesp, Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Hospital Geral do Grajaú, dentre outros.

 

Clique aqui e conheça a programação completa.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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PressTalk Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa da bioMérieux

Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

Teste rápido, usado pela equipe médica do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, diagnostica a meningite em até uma hora

SÃO PAULO, ABRIL de 2018 – O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, acaba de receber alta hospitalar, após se recuperar de uma encefalite viral, infecção do sistema nervoso central que provoca a inflamação do cérebro, considerada até mais grave que a meningite. A doença tem cura, porém o diagnóstico rápido é imprescindível para evitar sequelas.

No caso de Sánchez, a equipe médica utilizou uma tecnologia chamada Sistema FilmArray, da bioMérieux, um moderno teste de diagnóstico rápido, disponível no Brasil, capaz de identificar em até uma hora 14 tipos de agentes causadores de Meningite e Encefalites, sendo 6 bactérias, 7 vírus e 1 fungo, direto da amostra de clínica de líquor.

Em comparação com testes convencionais, a tecnologia do FilmArray possibilita reduzir o tempo para obtenção dos resultados, em alguns casos, de 4 a 21 dias para apenas 1 hora.

“No caso das meningites virais, o diagnóstico padrão é por meio da identificação do material genético do vírus na amostra de líquor pelo método de PCR. Os prazos dos resultados variam bastante entre os laboratórios, normalmente entre 1 a 4 dias. Esse prazo é similar ao do resultado final da cultura, referência nos casos de meningites bacterianas”, afirma o Dr. Gustavo Bruniera, Diretor Operacional do Senne Líquor Diagnóstico, de São Paulo, pioneiro no Brasil no uso do FilmArray Meningitis/Encephalitis Panel, e responsável pelo exame de Sánchez.

“Já para os casos de meningite por Cryptococcus, a cultura pode demorar até 21 dias e os testes disponíveis (tinta da china e pesquisa de antígenos por aglutinação em partículas de látex), exigem profissional capacitado e têm sensibilidade inferior”, explica.

O sistema FilmArray não demanda grande quantidade de amostra para obtenção do resultado, o que também significa menos desconforto para o paciente, segundo o especialista. “A obtenção de amostra de líquor, ou líquido cefalorraquiano, se faz rotineiramente por meio de uma punção lombar, um procedimento invasivo que como tal traz riscos inerentes ao procedimento. Uma vez que a amostra de líquor adicional não é facilmente obtida, metodologias que utilizam pequenos volumes, a exemplo do FilmArray, são fundamentais”, afirma Bruniera.

 

A meningite e o diagnóstico rápido – Todas as faixas etárias, dos recém-nascidos aos idosos, estão propensas a contrair meningite. O que muda é o agente etiológico mais frequente, de acordo com idade e status imunológico do paciente.

Segundo o médico especialista do Senne Líquor, os mais frequentes agentes etiológicos, especialmente nas crianças, são os vírus do grupo dos Enterovírus. Nos indivíduos imunossuprimidos, como transplantados, o Cryptococcus neoformans (fungo). Nas meningites bacterianas, temos a Neisseria meningitidis e o Streptococcus pneumoniae como os mais frequentes, porém nos bebês e nos idosos precisamos sempre pensar em Listeria monocytogenes, assim como no Haemophilus influenzae, nos pacientes não vacinados.

“O diagnóstico rápido e preciso é fundamental em todos os casos, uma vez que propicia o tratamento adequado. Especialmente nos casos de meningites virais, o diagnóstico rápido e preciso, aliado a outros parâmetros clínicos e laboratoriais, pode significar a não internação do paciente, evitando o uso empírico de antibióticos, o risco de infecção hospitalar, etc.”, avalia o médico especialista do Senne Líquor.

“De fato, o diagnóstico rápido e preciso traz benefícios sociais e econômicos importantíssimos ao paciente e ao sistema de saúde. No caso das meningites bacterianas mais frequentes, a vacinação é fundamental, enquanto que nas virais as medidas preventivas são basicamente higiene pessoal e de alimentos”, conclui o médico especialista do Senne Líquor.

 

Como funciona – O FilmArray® é uma técnica de biologia molecular que consiste em uma estação de trabalho, na qual é inserido o painel – um cartucho a vácuo –, com diferentes reservatórios, onde ficam os reagentes. Nele é injetada a solução de hidratação por sistema à vácuo e depois a amostra a ser analisada. O sistema faz o resto.

Durante a análise, o FilmArray extrai e purifica todos os ácidos nucleicos da amostra não processada. Em seguida, realiza a técnica Multiplex PCR, em que um fragmento específico da molécula de DNA é amplificado milhares de vezes em curto espaço de tempo. Os microrganismos presentes são amplificados e a detecção é realizada utilizando a tecnologia Microarray.

Ao final, o Software FilmArray analisa e libera um relatório com os resultados da amostra. Quando o processo, que leva apenas uma hora, se completa, o software informa a presença ou ausência de cada patógeno na amostra.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores. Em 2016, as vendas da companhia atingiram 2,3 bilhões de euros.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha de Imunologia e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

A família Mérieux tem uma tradição ao longo de um século de compromisso na luta contra as doenças infecciosas. Marcel Mérieux, que trabalhou com Louis Pasteur e fundou o Instituto Mérieux, o Dr. Charles Mérieux, Alain Mérieux e Dr. Christophe Mérieux dedicaram suas vidas à biologia, com o objetivo de melhorar a saúde mundial.

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Expectativa de aumento de casos de infecção pelo vírus Influenza no Brasil demanda diagnóstico rápido e preciso

SÃO PAULO, MARÇO de 2019 – A cada ano a temporada de vírus respiratórios tem começado mais cedo, em meados do mês de março, e chegado mais forte, demandando mais rapidez e precisão no diagnóstico, tanto para evitar riscos aos pacientes, quanto para apoiar a tomada de decisão médica.

As doenças respiratórias são responsáveis por um grande número de hospitalizações e mortes em todo o mundo. O diagnóstico clínico, baseado apenas em sinais e sintomas, é dificultado pela similaridade do quadro causado por estes vírus, especialmente em crianças. Sobretudo em casos como o Influenza H1N1 e H3N2, que podem até mesmo levar à morte, é essencial agilizar o diagnóstico para apoiar a tomada de decisão da equipe médica, possibilitar a terapia correta e evitar o uso indiscriminado de antibióticos.

Para suprir esta necessidade, a bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, oferece no Brasil uma solução exclusiva voltada ao diagnóstico rápido dos vírus H1N1 e H3N2: o Sistema FilmArray®.

O Sistema FilmArray® foi desenvolvido pela BioFire, empresa do grupo bioMérieux. O Sistema utiliza a técnica de biologia molecular, porém não exige pessoas especializadas para o seu manuseio, nem ambiente de laboratório com estrutura para testes de Biologia Molecular. Ele consiste em uma estação de trabalho na qual é inserido o painel – um cartucho a vácuo –, com diferentes reservatórios, onde ficam os reagentes. Nele é injetada a solução de hidratação por sistema a vácuo e depois a amostra a ser analisada.

O painel é colocado no FilmArray® (cujo tamanho aproximado é o de um notebook) e tem início a análise da amostra: os ácidos nucleicos são extraídos, para que o DNA e o RNA sejam purificados.

Finalmente, por meio da técnica chamada Multiplex PCR, em que um fragmento específico da molécula de DNA é amplificado milhares de vezes em curto espaço de tempo, os microrganismos presentes são aumentados e a detecção é realizada, por meio da tecnologia Microarray. Ao final, o software do sistema FilmArray® analisa e libera um relatório com os resultados da amostra. Todo o processo leva apenas uma hora para ser concluído.

O equipamento possui o registro na Anvisa, assim como para o painel FilmArray® Respiratory, que detecta e identifica 20 microrganismos, 17 vírus e 3 bactérias, entre eles os vírus H1N1 e H3N2.

O método utiliza como amostra a secreção de nasofaringe e em razão da alta sensibilidade oferece aproximadamente 100% de precisão.

Os testes convencionais disponíveis no mercado utilizam o método de Imunofluorescência, onde corantes fluorescentes são usados para visualização dos antígenos nos tecidos ou em suspensões celulares. Nesta técnica são necessárias pelo menos duas horas para detectar se há ou não o vírus, e até 24 horas para identificar qual vírus está presente, sendo que este teste só detecta até 6 tipos de vírus diferentes, sendo dependente de análises visuais.

 

Importância do diagnóstico rápido – A investigação da causa da infecção é de extrema importância, porque dependendo do vírus a pessoa terá de ser isolada e receber tratamento específico, que só é efetivo até 48 horas após os primeiros sintomas.

“O uso do FilmArray permite que se tenha um diagnóstico rápido e preciso, sobretudo em doenças que apresentam sintomas parecidos e que podem levar a quadros graves, pois ele diz qual é exatamente o agente causador. Isso permite ao médico tomar decisões para a conduta clínica: isolamento do paciente para evitar a contaminação de outros, uso de medicamento antiviral específico, indicação do uso de antibióticos apenas em alguns casos”, afirma o Dr. João Renato Rebello Pinho, Diretor do Laboratório de Biologia Molecular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Coordenador Médico do Laboratório de Técnicas Especiais do Hospital Israelita Albert Einstein e do Laboratório de Gastroenterologia e Hepatologia do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo.

“Há doenças causadas por vírus respiratórios e meningites nas quais o tempo para diagnóstico é muito importante, pois poucas horas podem fazer diferença para a evolução do paciente. Por isso, muitos médicos já fazem questão do resultado destes testes, pois sabem dos benefícios dessa resposta rápida”, completa o médico.

Estima-se que as doenças respiratórias são as principais causas de internação hospitalar, sobretudo em crianças, idosos e pessoas que apresentam baixa imunidade (imunossuprimidos) ou doenças de base. Além de sua capacidade de causar doenças, os vírus respiratórios apresentam tempo de incubação relativamente curto (de um a quatro dias, no caso do Influenza) e podem ser transmitidos de pessoa para pessoa pelo contato direto ou por gotas de saliva.

Pacientes infectados por vírus diferentes podem desenvolver uma série de sintomas comuns, sendo o diagnóstico laboratorial determinante para a aplicação da terapia correta, o que evita o uso indiscriminado de antibióticos, fator que leva à criação de organismos multirresistentes a medicamentos (superbactérias), e, em alguns casos, ajuda a diminuir o tempo de internação.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores. Em 2016, as vendas da companhia atingiram 2,3 bilhões de euros.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

Conheça alguns mitos e verdades sobre a contaminação por bactérias em carne fresca e outros alimentos

SÃO PAULO, JANEIRO de 2019 – Você consumiria um alimento cru ou in natura se soubesse que ele contém microrganismos como “E. coli genérica”, “Enterococcus” ou “coliformes”? Se seguirmos o senso comum, pode ser que a resposta seja enfática: nunca!

Acontece que são frequentes as confusões em torno dessa questão, pois bactérias em alimentos frescos são comuns, nem todas causam doenças e não necessariamente a presença de E. coli é sinônimo de fezes, segundo Maria Teresa Destro, especialista em Microbiologia de Alimentos e Diretora de Assuntos Científicos América Latina da bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro.

Para esclarecer alguns desses mitos, a especialista da bioMérieux adaptou para a realidade brasileira o artigo publicado pelo North America Meat Institute intitulado “Bacteria on fresh meat and other foods does not equal ‘fecal contamination’”, de autoria do Dr. Gary R. Acuff, Diretor do Centro de Segurança Alimentar e professor de Microbiologia de Alimentos no Texas A&M University, que autorizou sua tradução e publicação.

 

Conheça os 10 mitos sobre bactérias e contaminação fecal:

 

#1 – Bactérias em produtos crus (in natura) são comuns

Todo produto agropecuário em natureza, seja banana, carne bovina ou brócolis, contém bactérias. Isso é o que chamamos de alimento “fresco”, e é por isso que com o tempo os alimentos frescos deterioram.

 

#2 – Algumas bactérias causam doenças, mas a maioria não

Bactérias que podem causar doenças são chamadas “patogênicas”. E. coli, por exemplo, é uma categoria geral de bactérias que pode conter muitas variedades. E. coli O157:H7 é a mais famosa, por causar doenças de origem alimentar e ser considerada, nos EUA, como um “adulterante” quando encontrada em alimentos. Isso significa que, se o governo daquele país detecta sua presença em carne bovina crua moída, o produto tem que ser recolhido do mercado. Mas os tipos genéricos de E. coli não são considerados como “adulterantes”, pois raramente estão relacionados a doenças. Se fossem considerados adulterantes, a maioria dos alimentos frescos precisaria ser retirada do comércio.

 

#3 – Bactérias deteriorantes não são patogênicas

Os tipos de bactérias que causam a deterioração dos alimentos não são, tipicamente, bactérias causadoras de doenças. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), “bactérias deteriorantes são as que causam deterioração dos alimentos e levam ao desenvolvimento de odores, sabores e texturas desagradáveis. Esses microrganismos unicelulares podem tornar frutas e hortaliças moles e viscosas (“gosmentas”), ou causar odores desagradáveis em carnes”. Apesar de ninguém querer consumir alimento deteriorado, se alguém conseguir ignorar os sinais sensoriais, como odor desagradável, e comer o produto deteriorado, provavelmente não desenvolverá infecção que vá colocar sua vida em risco, como ocorreria se essa pessoa consumisse um alimento recém produzido, mas contaminado com um patógeno.

 

#4 – Presença de E. coli não é sinônimo de presença de fezes

Vemos com frequência na imprensa o uso de expressões como “E. coli” e “fezes” ou “contaminação fecal” como sinônimos, mas isso não está correto. Alguns nomes de bactérias, como Enterococcus, coliformes e Enterobacter soam como se fossem originários do colón. Originalmente, quando eles foram descritos e nomeados, os pesquisadores acharam que eles estavam associados somente com o trato gastrointestinal, mas estudos posteriores mostraram que eles estão presentes no ambiente e que raramente são sinal de presença de fezes.

Amostras coletadas de telefones ou de teclados do computador provavelmente serão positivas para E. coli, mas isso não significa que existe fezes no seu telefone ou teclado. Encontrar E. coli significa que foram encontradas bactérias que provavelmente se originaram em um trato gastrointestinal (TGI), mas isso não significa que foi exatamente de fezes. As indústrias de produtos derivados de carnes testam para a presença de bactérias como as E. coli genéricas (bactérias indicadoras) porque elas podem sinalizar a presença de bactérias patogênicas do TGI, que têm potencial para causar doenças. Entretanto, encontrar esses microrganismos indicadores não significa automaticamente que fezes estejam presentes.

 

#5 – Fezes são muito mais que bactérias

Bactérias são invisíveis, fezes não. Então, o que são fezes? São uma combinação de fibras, gordura, proteína, água e bactérias. Assim como um ovo é um ingrediente de um bolo, a presença de um ovo não significa que o bolo também está ali. Embora E. coli genérica e coliformes possam ser encontrados em fezes, encontrá-los não significa que fezes estejam presentes. No livro texto “Compendio de Métodos para o Exame Microbiológico de Alimentos (no original Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods) o autor escreve “Muitos pesquisadores têm relatado a falta de correlação entre contagens de Enterococcus sp e de E. coli e a falta de confiança em se usar contagens de Enterococcus como um reflexo de que contaminação fecal esteja estabelecida”.

 

#6 – Presença de contaminação fecal em carcaças de animais é ilegal

Sim, os abatedouros frigoríficos trabalham com animais que produzem estrume ou “fezes”. Mas esses locais têm tecnologias e procedimentos para prevenir a contaminação das carcaças, incluindo lavagem do couro antes do abate e cabines de pasteurização com vapor (Nota: Em nosso país o uso de intervenções nas carcaças, tais como as citadas, não é aprovado. Entretanto, no Brasil, são utilizadas tecnologias de intervenção equivalentes no controle da contaminação das carcaças). O USDA (Nota: e também o Ministério da Agricultura aqui no Brasil) tem “tolerância zero” para contaminação fecal nas carcaças. Inspetores estão presentes nas plantas de abate todo o tempo (plantas grandes podem ter dezenas de inspetores por turno). Se um inspetor encontra contaminação, a carcaça deve ser limpa, recortada ou condenada (USA) (Nota: no Brasil a limpeza não é aceita; a carcaça deverá ser separada e recortada ou condenada).

 

#7 – Bactérias nocivas são raras em carnes

  1. coli O157:H7 está presente em menos de 0,5% de todas as amostras de carne bovina moída examinada, de acordo com resultados de amostragens do USDA Food Safety Inspection Service. (Nota: aqui em nosso País essa percentagem é ainda mais baixa, segundo pesquisas já realizadas).

 

#8 – Bactérias que são resistentes a um antibiótico não são “superbactérias”

As bactérias têm uma grande capacidade de sobrevivência e tendem a desenvolver resistência a qualquer ameaça, incluindo os antibióticos. Em 2013, a Diretora do FDA Center for Veterinary Medicine (Centro do FDA para Medicina Veterinária) Dr. Vernadette Dunham disse ao jornal The New York Times: “Concluir que a resistência de qualquer bactéria a uma droga é um problema para a saúde humana é uma simplificação excessiva. Algumas bactérias são naturalmente resistentes a certas drogas. Além disso, descrever bactérias que são resistentes a uma ou mesmo a poucas drogas como sendo “superbactérias” é inapropriado. Superbactérias são patógenos que podem causar doenças severas e que são muito difíceis de serem tratadas.” Usar o termo “superbactéria” para bactérias presentes em alimentos é particularmente enganoso quando se está tratando de bactérias que não causam doenças por meio do consumo de alimentos e que apresentam resistência natural a drogas, como é o caso dos Enterococcus.

 

#9. O conjunto de trabalhos científicos mostra que o método de produção (i.e. orgânico, alimentação a pasto, convencional) não impacta significativamente na presença de bactérias na carne

Apesar de alguns estudos isolados poderem mostrar um nível elevado ou baixo de bactérias em carnes derivadas de métodos de produção específicos, quando se avalia os dados como um todo nota-se diferenças muito pequenas.

 

#10. Cozimento destrói as bactérias

Todas as bactérias, patogênicas ou não, são destruídas pela cocção. Carnes vermelhas moídas ou seus produtos devem ser cozidas até que se atinja 70-71oC; carnes moídas de aves e seus produtos devem ser cozidas até que se atinja 74oC (Nota: segundo www.foodsafety.gov). A temperatura deve ser monitorada com um termômetro de leitura imediata. Qualquer pessoa que queira preparar um alimento de boa qualidade sensorial deve empregar um termômetro de cozinha – não somente para se certificar de que a comida está segura no aspecto microbiológico, mas também para evitar a super-cocção e a destruição, desnecessária, da qualidade do alimento.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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Mais informações:

PressTalk Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa da bioMérieux

Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

II Prêmio Jovem Pesquisador Sepse 2019 abre inscrições

SÃO PAULO, NOVEMBRO de 2018 – O Instituto Mérieux, do qual faz parte a bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, tem um compromisso de longa data com a prevenção, diagnóstico e tratamento da sepse, considerada um dos mais relevantes problemas globais de saúde pública.

Entre os seus esforços está o incentivo a jovens pesquisadores ou clínicos que atuam em questões relacionadas a doenças infecciosas e resistência antimicrobiana em todo o mundo. Com este objetivo, o Instituto Mérieux e o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) uniram-se para criar, em 2018, o Prêmio Jovem Pesquisador Sepse, voltado a profissionais de saúde da América do Sul e Central, com envolvimento e contribuição significativos na pesquisa da sepse e/ou gestão de pacientes com impacto nacional.

Em sua segunda edição, a ser realizada em 2019, o Prêmio concederá € 10.000 (dez mil euros) à instituição que hospeda o laureado, que será responsável pela utilização adequada do recurso para a pesquisa do especialista.

Entre os critérios de seleção estão a obrigatoriedade de o pesquisador ou candidato ser afiliado a um hospital ou instituição de pesquisa como médico de cuidados intensivos, clínico de doenças infecionsas, pesquisador clínico ou pré-clínico; e ter menos de 15 anos de experiência em prática clínica ou menos de 10 anos de experiência em trabalho após a sua qualificação de pós-graduação, além do reconhecido impacto do seu trabalho para o avanço científico do diagnóstico e/ou tratamento da sepse.

O vencedor, escolhido por membros dos conselhos científicos do Instituto Mérieux e do ILAS, será anunciado no XVI Fórum Internacional de Sepse, que acontecerá em São Paulo (SP), em maio de 2019.

 

O II Prêmio Jovem Pesquisador Sepse 2019 tem inscrições abertas até 30 de novembro de 2018. Clique aqui e conheça os critérios de participação.

 

Sobre o Instituto Mérieux

O compromisso da bioMérieux com a saúde pública e sua experiência em biologia estão enraizadas em sua história familiar. Em 1897, Marcel Mérieux, que foi aluno de Louis Pasteur, fundou um laboratório de análises em Lyon, que posteriormente se tornaria no Instituto Mérieux. Isto marca o início de uma aventura extraordinária, tanto na biologia como na indústria.

Em 1937, seu filho, Dr. Charles Mérieux, assumiu a direção do laboratório de seu pai. Na década de 1940, introduziu uma técnica desenvolvida pelo professor holandês Frenkel, a cultura in vitro, que revolucionou a produção de vacinas e foi pioneiro na produção de reagentes para testes de diagnóstico in vitro.

Em 1963, Alain Mérieux, neto de Marcel, fundou a bioMérieux, uma empresa de diagnóstico. Hoje faz parte do Instituto Mérieux, cujas empresas em diagnósticos, imunoterapia, saúde alimentar e nutrição, estão trabalhando para cumprir com os novos desafios em saúde pública e contribuir com a futura medicina.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores. Em 2016, as vendas da companhia atingiram 2,3 bilhões de euros.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

bioMérieux participa do 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne em Chapecó (SC)

SÃO PAULO, AGOSTO de 2018 – A bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, por meio da unidade de negócios de Microbiologia Industrial, participa do 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, que integra a Mercoagro (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne). O evento acontece entre os dias 11 e 14 de setembro de 2018, no Parque Tancredo Neves, em Chapecó (SC).

A Mercoagro é considerada uma das maiores feiras do setor, com uma estimativa de público em torno de 15 mil pessoas, com perfil altamente qualificado, que inclui compradores, distribuidores de carnes e alimentos, empresários, engenheiros industriais, gerentes de Qualidade, consultores, redes supermercadistas e gerentes de Produção e Desenvolvimento. O objetivo é difundir tecnologias e conhecimentos, aproximando fornecedores e consumidores.

Entre os eventos paralelos ao Seminário está a Clínica Tecnológica, um espaço elaborado pelo Instituto SENAI de Tecnologia em Alimentos e Bebidas para consultoria técnica individual, auxílio e orientação aos participantes, além da explanação dos temas e dúvidas com minipalestras e bate-papo.

Dentro da programação da Clínica Tecnológica, no dia 13/09, às 19h, a Dra. Maria Teresa Destro, PhD em Ciência de Alimentos, com ampla experiência em microbiologia de alimentos, e Diretora de Assuntos Científicos América Latina da bioMérieux, apresentará a palestra “E. coli patogênica, STEC, EHEC, E. coli zoonótica: bactérias diferentes?”.

As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. Para credenciar-se, basta acessar o site: https://mercoagro.quemvai.com.br/

 

Clique aqui e conheça a programa completa.

 

Serviço:

Palestra gratuita – “E. coli patogênica, STEC, EHEC, E. coli zoonótica: bactérias diferentes?” Maria Teresa Destro, PhD em Ciência de Alimentos e Diretora de Assuntos Científicos América Latina da bioMérieux

Data: 13/09, às 19h

Local: 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne (Clínica Tecnológica) – Parque Tancredo Neves, em Chapecó (SC)

Inscrições: Evento gratuito, vagas limitadas. Credenciamento pelo site: https://mercoagro.quemvai.com.br/

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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Teste inovador “imita a natureza” na detecção de endotoxinas

SÃO PAULO, JULHO de 2018 – A bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, por meio da unidade de negócios de Microbiologia Industrial, lança no Brasil o Endonext, uma linha de produtos desenvolvida com o objetivo de tornar mais ágil e confiável o controle da microbiologia farmacêutica, além de eliminar a necessidade do uso de uma fonte animal para a produção de reagentes.

Uma das grandes preocupações das indústrias farmacêuticas produtoras de soluções injetáveis é a detecção de substâncias chamadas endotoxinas bacterianas. Essas substâncias são consideradas potenciais fontes de pirogênio, que quando injetadas na corrente sanguínea causam um aumento de temperatura corpórea, podendo levar o indivíduo a morte.

Tendo em vista este elevado risco, todas as indústrias farmacêuticas produtoras de injetáveis realizam em seu escopo de análises de controle de qualidade um rigoroso controle dos níveis de endotoxina em várias etapas de seus processos produtivos, visando garantir a ausência total de endotoxinas bacterianas em seu produto final.

O primeiro teste a ser desenvolvido com este objetivo foi introduzido na USP (Farmacopeia Americana) em 1942 e consiste na administração intravenosa do produto em coelhos, seguida de constantes monitoramentos, visando a detectar a presença (ou não) de alterações térmicas, o que indicaria a presença de pirógenos no produto.

Em janeiro de 1973, o FDA (Food and Drug Administration) autorizou a utilização de uma nova metodologia que usa uma substância chamada LAL (Limulus Amebocyte Lysate) presente no sangue de caranguejos-ferradura do gênero Limulus.

A partir de então, muitas empresas passaram a adotar essa metodologia para detectar a presença de endotoxina bacteriana em seus produtos. Entretanto, essa ainda não é a melhor opção, pois o Limulus (caranguejo-ferradura) vem apresentando uma redução significativa da sua população ano a ano, correndo sério risco de extinção, afetando não só a produção do LAL, mas também provocando um sério desequilíbrio ecológico nas regiões de habitat natural deste animal.

Além disso, o uso de uma fonte animal para a produção de um reagente reduz a reprodutibilidade e padronização das análises, devido à complexidade na composição, inerente a produtos de origem biológica, que varia a cada lote produzido.

Pensando em eliminar a necessidade de coletar animais, na padronização e no fornecimento constante de testes para detecção da presença de endotoxinas em produtos farmacêuticos, a bioMérieux desenvolveu e está lançando no Brasil o Endonext, uma linha de produtos que tem por princípio a ação do fator C (FCR), que é uma molécula sintetizada que atua de forma similar ao LAL. O Endonext está disponível em três versões: Endozyme II e Endozyme II Go para análise de produtos mais simples, e Endolisa para produtos mais complexos, que apresentam interferência com outras metodologias.

Dessa forma, a bioMérieux visa tornar os testes de endotoxina mais rápidos, fáceis e ecologicamente corretos, permitindo decisões confiáveis sobre controle de processos e liberação de produtos biofarmacêuticos e dispositivos médicos.

 

Mais informações: www.biomerieux.com.br

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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Pedro Leme Silva vence o Prêmio Jovem Pesquisador ILAS – Instituto Mérieux 2018

SÃO PAULO, JUNHO de 2018 – O pesquisador contemplado com o Prêmio Jovem Pesquisador ILAS – Instituto Mérieux 2018 foi Pedro Leme Silva, Professor Adjunto do Laboratório de Investigação Pulmonar do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (RJ) e que realiza pesquisa básica e translacional sobre sepse.

O anúncio foi feito na abertura do congresso do XV Fórum Internacional de Sepse, realizado em São Paulo, nos dias 31 de maio e 1º de junho de 2018.

Conforme o regulamento, uma instituição receberá o prêmio, no valor de € 10.000 (dez mil euros), e será responsável pela utilização adequada do recurso para a pesquisa do especialista. Neste caso, a verba será administrada pela Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento (FECD), entidade privada sem fins lucrativos, vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, que apoia a realização de projetos científicos, dentre outros.

O Instituto Mérieux, do qual faz parte a bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, tem um compromisso de longa data com a prevenção, diagnóstico e tratamento da sepse, considerada um dos mais relevantes problemas globais de saúde pública.

Entre os seus esforços está o incentivo a jovens pesquisadores ou clínicos que atuam em questões relacionadas a doenças infecciosas e resistência antimicrobiana em todo o mundo. Com este objetivo, o Instituto Mérieux e o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) uniram-se para criar o Prêmio Jovem Pesquisador Sepse, voltado a profissionais de saúde da América do Sul e Central, com envolvimento e contribuição significativos na pesquisa da sepse e/ou gestão de pacientes com impacto nacional.

Segundo Pedro Leme Silva, o prêmio ganha ainda mais importância pelo momento atual, em razão de uma série de cortes no orçamento de pesquisa das instituições. “Trata-se de um valor significativo, que vai possibilitar continuarmos com os estudos em andamento e até propiciar análises adicionais, que vão ampliar o impacto da pesquisa”, afirmou.

“A sepse é um problema real para nós, no Brasil. Na Europa também é, porém eles têm outras preocupações. Para o nosso cotidiano, quando aprimoramos mais a parte básica e de pesquisa, o ganho é muito maior. A sepse é uma causa de morte ‘escondida’, pois muitas vezes havia um quadro de infecção generalizada correndo que não foi diagnosticado adequadamente e a tempo”, completa.

 

Sobre o Instituto Mérieux

O compromisso da bioMérieux com a saúde pública e sua experiência em biologia estão inseridas em sua história familiar. Em 1897, Marcel Mérieux, que foi aluno de Louis Pasteur, fundou um laboratório de análises em Lyon, que posteriormente se tornaria no Instituto Mérieux. Isto marca o início de uma aventura extraordinária, tanto na biologia como na indústria.

Em 1937, seu filho, Dr. Charles Mérieux, assumiu a direção do laboratório de seu pai. Na década de 1940, introduziu uma técnica desenvolvida pelo professor holandês Frenkel, a cultura in vitro, que revolucionou a produção de vacinas e foi pioneiro na produção de reagentes para testes de diagnóstico in vitro.

Em 1963, Alain Mérieux, neto de Marcel, fundou a bioMérieux, uma empresa de diagnóstico. Hoje faz parte do Instituto Mérieux, cujas empresas em diagnósticos, imunoterapia, saúde alimentar e nutrição, estão trabalhando para cumprir com os novos desafios em saúde pública e contribuir com a futura medicina.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores. Em 2016, as vendas da companhia atingiram 2,3 bilhões de euros.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

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bioMérieux realiza webinar gratuito sobre o diagnóstico de Meningite/Encefalite

SÃO PAULO, ABRIL de 2018 – Tecnologias de diagnóstico rápido tornaram-se ferramentas essenciais na gestão da saúde, tanto no setor público quanto no privado, em hospitais e laboratórios, uma vez que a aplicação da terapia correta evita o uso indiscriminado de antibióticos nos pacientes e, em alguns casos, ajuda a diminuir o tempo de internação.

A abordagem sindrômica é um dos nichos que recebem investimento da bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, que oferece no Brasil uma solução voltada ao diagnóstico rápido, o Sistema FilmArray, desenvolvido pela Biofire.

O equipamento é capaz de detectar e diferenciar, em apenas uma hora, por meio de painéis, vírus, bactérias, protozoários e fungos que causam dezenas de doenças. O mais novo painel aprovado pela Anvisa é o FilmArray Meningitis/Encephalitis Panel. O sistema identifica em até uma hora 14 tipos de agentes causadores de Meningite e Encefalites, sendo 6 bactérias, 7 vírus e 1 fungo, direto da amostra de clínica de líquor.

Em comparação com testes convencionais, a tecnologia do FilmArray possibilita reduzir o tempo para obtenção dos resultados, em alguns casos, de 4 a 21 dias para apenas 1 hora.

Para difundir essa tecnologia entre os profissionais de saúde, a bioMérieux irá realizar, no dia 24 de abril de 2018, Dia Mundial de Combate à Meningite, às 17h, o webinar gratuito em português Diagnóstico de Meningite/Encefalite com o sistema Biofire FilmArray.

 

 

O convidado será o Dr. Gustavo Bruniera, Médico Especialista em Patologia Clínica e Medicina Laboratorial e Diretor Operacional do Senne Liquor Diagnóstico Brasil.

O webinar será uma oportunidade de ouvir um líder internacional em diagnóstico de abordagem sindrômica, discutir diferentes aplicações clínicas do painel FilmArray, assim como o impacto na qualidade de vida dos pacientes, além de reconhecer o impacto do diagnóstico molecular rápido no fortalecimento de programas de gestão de antimicrobianos.

 

Inscrições pelo link: http://www.biomerieux.com.br/webinar-filmarrayr-diagnostico-sindromico-meningiteencefalite

 

Como funciona – O FilmArray® é uma técnica de biologia molecular que consiste em uma estação de trabalho, na qual é inserido o painel – um cartucho a vácuo –, com diferentes reservatórios, onde ficam os reagentes. Nele é injetada a solução de hidratação por sistema à vácuo e depois a amostra a ser analisada. O sistema faz o resto.

Durante a análise, o FilmArray extrai e purifica todos os ácidos nucleicos da amostra não processada. Em seguida, realiza a técnica Multiplex PCR, em que um fragmento específico da molécula de DNA é amplificado milhares de vezes em curto espaço de tempo. Os microrganismos presentes são amplificados e a detecção é realizada utilizando a tecnologia Microarray.

Ao final, o Software FilmArray analisa e libera um relatório com os resultados da amostra. Quando o processo, que leva apenas uma hora, se completa, o software informa a presença ou ausência de cada patógeno na amostra.

O equipamento possui o registro na Anvisa, assim como os seguintes painéis:

– FilmArray® Respiratory Panel – Detecção e identificação de 20 microrganismos, 17 vírus e 3 bactérias.

– FilmArray® Gastrointestinal Panel – Detecção e identificação de 22 microrganismos, 5 vírus, 14 bactérias e 4 protozoários.

– FilmArray® Blood Culture Identification Panel – Detecção e identificação de 27 microrganismos, 19 bactérias, 5 fungos e 3 mecanismos de resistência a antibióticos.

– FilmArray® Meningitis/Encefalites Panel – Detecção e identificação de 14 microrganismos, 6 bactérias, 7 vírus e 1 fungo.

 

Sobre a bioMérieux

Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores. Em 2016, as vendas da companhia atingiram 2,3 bilhões de euros.

No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.

A família Mérieux tem uma tradição ao longo de um século de compromisso na luta contra as doenças infecciosas. Marcel Mérieux, que trabalhou com Louis Pasteur e fundou o Instituto Mérieux, o Dr. Charles Mérieux, Alain Mérieux e Dr. Christophe Mérieux dedicaram suas vidas à biologia, com o objetivo de melhorar a saúde mundial.

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Mais informações:

Presstalk Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa da bioMérieux

Thais Abrahão (thais@presstalk.com.br) – (11) 9900-8402 / (11) 3061-2263 e Rosana Monteiro – (Rosana@presstalk.com.br) – (11) 3062-0843

Painel molecular para Diagnóstico de Meningite e Encefalites, que libera resultado em uma hora, é aprovado pela Anvisa

Sistema FilmArray, da bioMérieux, gera economia com segurança, ao identificar em até um hora 14 tipos de agentes causadores da doença

SÃO PAULO, DEZEMBRO de 2017 – O FilmArray, plataforma de biologia molecular desenvolvido pela Biofire, empresa do grupo bioMérieux, líder mundial em diagnóstico in vitro, agora possui mais um painel aprovado pela Anvisa: o FilmArray Meningitis/Encephalitis Panel. O sistema identifica em até uma hora 14 tipos de agentes causadores de Meningite e Encefalites, sendo 6 bactérias, 7 vírus e 1 fungo, direto da amostra de clínica de líquor.
Em comparação com testes convencionais, a tecnologia do FilmArray possibilita reduzir o tempo para obtenção dos resultados, em alguns casos, de 4 a 21 dias para apenas 1 hora.
“No caso das meningites virais, o diagnóstico padrão é por meio da identificação material genético do vírus na amostra de líquor pelo método de PCR. Os prazos dos resultados variam bastante entre os laboratórios, normalmente entre 1 a 4 dias. Esse prazo é similar ao do resultado final da cultura, referência nos casos de meningites bacterianas”, afirma o Dr. Gustavo Bruneira, Diretor Operacional do Senne Liquor Diagnóstico, de São Paulo, pioneiro no Brasil no uso do FilmArray Meningitis/Encephalitis Panel, sistema de diagnóstico rápido que detecta a meningite e a encefalite em até uma hora.
“Já para os casos de meningite por Cryptococcus, a cultura pode demorar até 21 dias e os testes disponíveis (tinta da china e pesquisa de antígenos por aglutinação em partículas de látex), exigem profissional capacitado e têm sensibilidade inferior”, explica.
O sistema FilmArray não demanda grande quantidade de amostra para obtenção do resultado, o que também significa menos desconforto para o paciente, segundo o especialista. “A obtenção de amostra de líquor, ou líquido cefalorraquiano, se faz rotineiramente por meio de uma punção lombar, um procedimento invasivo que como tal traz riscos inerentes ao procedimento.
Uma vez que a amostra de líquor adicional não é facilmente obtida, metodologias que utilizam pequenos volumes, a exemplo do FilmArray, são fundamentais”, afirma Bruneira.

A meningite e o diagnóstico rápido – Todas as faixas etárias, dos recém-nascidos aos idosos, estão propensas a contrair meningite. O que muda é o agente etiológico mais frequente, de acordo com idade e status imunológico do paciente.
Segundo o médico especialista do Senne liquor, os mais frequentes agentes etiológicos, especialmente nas crianças, são os vírus do grupo dos Enterovírus.
Nos indivíduos imunossuprimidos, como transplantados, o Cryptococcus neoformans (fungo). Nas meningites bacterianas, temos o Neisseria meningitidis e o Streptococcus pneumoniae como os mais frequentes, porém nos bebês e nos idosos precisamos sempre pensar em Listeria monocytogenes, assim como no Haemophilus influenzae nos pacientes não vacinados.
“O diagnóstico rápido e preciso é fundamental em todos os casos, uma vez que propicia o tratamento adequado. Especialmente nos casos de meningites virais, o diagnóstico rápido e preciso, aliado a outros parâmetros clínicos e laboratoriais, pode significar a não internação do paciente, evitando o uso empírico de antibióticos, o risco de infecção hospitalar, etc.”, avalia o médico especialista do Senne Liquor.
“De fato, o diagnóstico rápido e preciso traz benefícios sociais e econômicos importantíssimos ao paciente e ao sistema de saúde. No caso das meningites bacterianas mais frequentes, a vacinação é fundamental, enquanto que nas virais as medidas preventivas são basicamente higiene pessoal e de alimentos”, conclui o médico especialista do Senne Liquor.

Como funciona – O FilmArray® é uma técnica de biologia molecular que consiste em uma estação de trabalho, na qual é inserido o painel – um cartucho a vácuo –, com diferentes reservatórios, onde ficam os reagentes.
Nele é injetada a solução de hidratação por sistema à vácuo e depois a amostra a ser analisada. O sistema faz o resto.
Durante a análise, o FilmArray extrai e purifica todos os ácidos nucleicos da amostra não processada. Em seguida, realiza a técnica Multiplex PCR, em que um fragmento específico da molécula de DNA é amplificado milhares de vezes
em curto espaço de tempo. Os microrganismos presentes são amplificados e a detecção é realizada utilizando a tecnologia Microarray.Ao final, o Software FilmArray analisa e libera um relatório com os resultados da amostra. Quando o processo, que leva apenas uma hora, se completa, o software informa a presença ou ausência de cada patógeno na amostra.

Sobre a bioMérieux 
Há mais de 50 anos no mercado, a bioMérieux é líder na área de diagnóstico in vitro. Em todo o mundo, a empresa tem o propósito de contribuir efetivamente com o desenvolvimento da saúde pública, fornecendo soluções (reagentes, equipamentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores.
Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países, por meio de 42 filiais e uma ampla rede de distribuidores. Em 2016, as vendas da companhia atingiram 2,3 bilhões de euros.
No Brasil, a bioMérieux possui o laboratório P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) situado no Rio de Janeiro, que foi inaugurado em 2009, e até 2014 a equipe teve como missão dar suporte à produção local da linha Imuno e desenvolver produtos de interesse para o grupo bioMérieux. No final de 2014, a visão do setor P&D da bioMérieux Brasil mudou para focar nas infecções tropicais e servir à estratégia local e global, a fim de responder às necessidades dos mercados emergentes e negligenciados.
A família Mérieux tem uma tradição ao longo de um século de compromisso na luta contra as doenças infecciosas. Marcel Mérieux, que trabalhou com Louis Pasteur e fundou o Instituto Mérieux, o Dr. Charles Mérieux, Alain Mérieux e Dr. Christophe Mérieux dedicaram suas vidas à biologia, com o objetivo de melhorar a saúde mundial.
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Mais informações:
Veropress Comunicação Corporativa – Assessoria de imprensa da bioMérieux
Thais Abrahão (thais@veropress.com.br) – (11) 9900-8402 / (11) 3061-2263 e
Rosana Monteiro – (Rosana1@veropress.com.br) – (11) 3062-0843

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