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Abilumi

ABILUMI

Aprenda a decifrar as informações das embalagens de lâmpadas LED

SÃO PAULO, JULHO de 2019 ‒ Não é preciso ser um profissional da área de iluminação para entender o que significam algumas informações constantes nas embalagens das lâmpadas LED.

Para ajudar o público a compreender melhor o que esses dados querem dizer, a Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) lança uma nova campanha educativa, que vai ajudar a desvendar as informações das embalagens das lâmpadas.

Ao todo são 12 posts para mídias sociais, com dicas e explicações sobre os selos e dados técnicos fornecidos pelos fabricantes. Ao compreender o que eles indicam, o consumidor terá subsídios para adquirir o produto mais adequado às suas necessidades.

 

Confira:

 

Selo do Inmetro – Desde o dia 17 de janeiro de 2018, todas as lâmpadas LED comercializadas no País precisam ter a certificação do Inmetro, que significa que o produto passou por testes e segue os padrões de segurança e quesitos técnicos determinados pelo órgão. Evite os produtos que não trazem este selo.

 

Selo Procel – Tem como finalidade ser uma ferramenta simples e eficaz que permite ao consumidor conhecer, entre as lâmpadas LED à disposição no mercado, as mais eficientes e as que consomem menos energia, seguindo índices de consumo e desempenho estabelecidos pela Eletrobrás. Contudo, não é obrigatório, o que permite que o produto seja comercializado sem o selo.

 

Logo do Inmetro – Possuir o logo do Inmetro significa que a lâmpada está em conformidade com os parâmetros técnicos e de segurança estabelecidos pelo Programa de Avaliação da Conformidade, determinado pelo órgão. Ao lado do logo do Inmetro há um número de registro do produto, que pode ser verificado no site do órgão (http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp). Também há a indicação do OCP (Organismo de Certificação do Produto), que foi responsável pelos ensaios e testes, cujos resultados são informados na embalagem.

 

Fluxo luminoso – Também conhecido como lúmens (lm). Os lúmens(lm) medem a quantidade de luz emitida por uma lâmpada em todas as direções, ou seja, o fluxo luminoso é o quanto uma lâmpada ilumina um ambiente. Quanto maior o número de lúmens, mais luz a lâmpada emite.

 

Potência − Mais conhecido pelo público em geral como Watt, simplesmente diz respeito ao consumo de energia, não tendo relação com a emissão de luz, como muitos pensam.

 

Eficiência de uma lâmpada − É a relação do fluxo luminoso com a potência, ou seja, quantos lúmens o produto emite por Watt consumido. Ao substituir uma lâmpada, observe tanto o valor do fluxo luminoso (lúmens), quanto o da potência (Watts), e opte sempre por aquela que consuma menos energia (menos valor de Watts), mas que tenha um maior valor de fluxo luminoso (lúmens), sempre adequada ao tipo de aplicação pretendido. Em resumo, uma lâmpada LED é eficiente se tem um valor elevado de fluxo luminoso (lúmens), e um baixo valor de potência (Watts).

 

Vida útil – O tempo (em horas de funcionamento) estimado na embalagem não significa o tempo que a lâmpada LED vai levar para queimar e sim o período que a lâmpada passará a funcionar com mais ou menos 70% da capacidade luminosa original. Cabe destacar que alguns fatores não relacionados com a qualidade do produto podem afetar sua durabilidade, como oscilações da rede elétrica ou mau contato no ponto de instalação, temperatura do ambiente ou luminária e umidade.

 

Garantia – No LED, é mais longa do que as das lâmpadas comuns. Sendo assim, caso o produto pare de funcionar ou tenha a sua eficiência luminosa reduzida dentro do prazo de garantia estipulado pelo fornecedor, configurando um defeito, o consumidor pode solicitar a sua substituição. Porém, para usufruir desse direito é preciso guardar a embalagem e a nota fiscal.

 

Equivalência – Algumas embalagens de lâmpadas LED trazem as equivalências com as lâmpadas fluorescentes e incandescentes, usando o critério do fluxo luminoso (lm) para orientar o consumidor nas substituições. Busque orientar sua escolha pelo fluxo luminoso adequado a seu ambiente e não apenas pelo consumo, que no caso do LED será sempre menor que o de outras tecnologias.

Clique aqui e acesse a Tabela de Equivalências da Abilumi e adquira o produto mais adequado à sua necessidade.

 

Entenda as equivalências − Uma lâmpada incandescente de 60 W corresponde a uma fluorescente compacta de 15 W, que por sua vez equivale a uma LED de 9 W. Como todas proporcionam fluxo luminoso semelhante, é justamente a menor potência que faz com que as LED tenham a melhor eficiência luminosa.

Clique aqui e acesse a Tabela de Equivalências da Abilumi e adquira o produto mais adequado à sua necessidade.

 

Quente ou fria? − As lâmpadas LED costumam ter tonalidades de cores que podem ser identificadas nas embalagens como “temperaturas de cor”, expressas em Kelvin (K). As “temperaturas” podem ser: quente (2700K – 3500K), neutra (4000K – 4500K) ou fria (5000K – 6500K). Vale lembrar que estes valores não estão associados à quantidade de calor gerado pela lâmpada, muito menos à sua capacidade de iluminar. Quando falamos em luz quente ou fria, nos referimos à tonalidade de cor que ela irradia no ambiente.

Clique e conheça a tabela com as faixas de Tonalidade de Cor para o LED:

 

Faixa Tonalidade
< 3.300K Quente
3.300K < K < 5.500K Neutra
> 5.500K Fria

 

Tensão: No que se refere à tensão ou voltagem, é possível encontrar no mercado diversas opções, sendo as principais: 12 volts (para luminárias), 127 volts, 220 volts ou bivolt. Por isso, antes de adquirir um modelo, é importante verificar qual é a compatível com o ponto onde será instalada a lâmpada.

 

Sobre a ABILUMI

A ABILUMI (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação), criada em janeiro de 2005, tem por objetivo congregar e defender os interesses das empresas atuantes no segmento de importação e distribuição de produtos de iluminação. Seus principais esforços são dirigidos para o apoio ao desenvolvimento de normas universais e o aprimoramento dos produtos oferecidos no mercado brasileiro.

A entidade apoia os programas de Eficiência Energética nos diversos organismos governamentais e entidades de classe e coopera com os poderes públicos nos estudos e soluções dos problemas que se relacionem com os interesses e questões de caráter comercial das associadas, como o Ministério das Minas e Energia, Procel e Inmetro, entre outros.

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Mais informações: Presstalk Comunicação – Assessoria de imprensa da Abilumi

Thais Abrahão – Thais@presstalk.com.br – (11) 3061-2263 / (11) 9 9900-8402

 

Abilumi orienta escolher a lâmpada LED pelo critério do fluxo luminoso, não apenas pela potência

SÃO PAULO, MAIO de 2019 − Como as lâmpadas incandescentes reinaram absolutas por quase 150 anos no mercado mundial, o consumidor acostumou-se a escolher uma lâmpada pela potência (Watt). Entretanto, com o avanço tecnológico nos últimos anos e o surgimento das lâmpadas LED, o fluxo luminoso tornou-se um critério dos mais relevantes.

 

A potência da lâmpada é sem dúvida um dado importante, pois é daí que o consumidor fica sabendo a quantidade de energia que será consumida e, consequentemente, o custo que representará aquela lâmpada em sua conta de energia elétrica. Mas tão importante quanto a energia consumida é a “quantidade de luz que a lâmpada produzirá” ou, numa linguagem mais técnica, o “fluxo luminoso” emitido e que é medido em Lúmens (lm).

 

Dessa forma, a Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) orienta os consumidores a adquirirem a lâmpada que oferecer o fluxo luminoso (lm) desejado ou que apresente uma eficiência de lúmens por Watt (lm/W) maior.

 

Confira as dicas da Abilumi para comprar o modelo que melhor atenderá às suas necessidades:

 

  • Identifique as informações técnicas na embalagem, como fluxo luminoso, eficiência luminosa, potência, voltagem, dentre outras, além do selo do Inmetro, que atesta que o produto é certificado e atende aos padrões de qualidade e segurança.

 

  • Esteja atento aos lúmens, que medem a quantidade de luz emitida por uma lâmpada em todas as direções, também chamada de fluxo luminoso, ou seja, o quanto uma lâmpada ilumina um ambiente. Quanto maior o número de lúmens, mais luz a lâmpada emite por Watt consumido.

 

  • O Watt, mais conhecido pelo público em geral e também chamado de potência, simplesmente diz respeito ao consumo de energia e não tem nada a ver com a emissão de luz. Por isso, uma lâmpada LED é eficiente se tem uma alta taxa de lúmens e um baixo valor de Watts.

 

  • A Eficiência Luminosa (lm/W) é outra informação disponível na embalagem e útil para o consumidor na hora de comprar a lâmpada LED. É a relação do fluxo luminoso com a potência, ou seja, quantos lúmens o produto emite por Watt consumido.

 

  • Ao substituir uma lâmpada, observe tanto o valor de lúmens quanto o de Watts e opte sempre por aquela que consuma menos energia (menos valor de Watts), mas que tenha uma quantidade de lúmens adequada ao tipo de aplicação pretendido.

 

Clique aqui e conheça a tabela de equivalência da Abilumi.

 

Todos esses dados estão nas embalagens das lâmpadas certificadas pelo Inmetro, ou seja, ninguém precisa usar uma calculadora quando for comprar uma lâmpada, basta comparar os dados.

 

  • Lâmpadas que geram mais lúmens consumirão uma quantidade maior de energia, mas busque sempre orientar sua escolha pelo fluxo luminoso e não apenas pelo consumo, que no caso do LED será sempre menor que o de outras tecnologias.

 

  • As lâmpadas LED podem durar até quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas. Entretanto, o tempo (em horas de funcionamento) estimado na embalagem não significa o tempo que ela vai levar para queimar e sim o período que a lâmpada passará a funcionar com mais ou menos 70% da capacidade luminosa original.

 

  • As lâmpadas LED costumam ter tonalidades de cores que podem ser identificadas nas embalagens como “temperaturas de cor”, expressas em Kelvin (K). As “temperaturas” – quente, neutra ou fria − não estão associadas à quantidade de calor gerado pela lâmpada, mas orientam suas aplicações.

 

  • No que se refere à tensão ou voltagem, é possível encontrar no mercado quatro opções: 12 volts (para luminárias), 127 volts, 220 volts ou bivolt. Por isso, antes de adquirir um modelo, é importante verificar qual é a compatível com a sua rede elétrica, o que também vai determinar o melhor desempenho.

 

Sobre a ABILUMI

A ABILUMI (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação), criada em janeiro de 2005, tem por objetivo congregar e defender os interesses das empresas atuantes no segmento de importação e distribuição de produtos de iluminação. Seus principais esforços são dirigidos para o apoio ao desenvolvimento de normas universais e o aprimoramento dos produtos oferecidos no mercado brasileiro.

 

A entidade apoia os programas de Eficiência Energética nos diversos organismos governamentais e entidades de classe e coopera com os poderes públicos nos estudos e soluções dos problemas que se relacionem com os interesses e questões de caráter comercial das associadas, como o Ministério das Minas e Energia, Procel e Inmetro, entre outros.

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Mais informações: Presstalk Comunicação – Assessoria de imprensa da Abilumi

Thais Abrahão – thais@presstalk.com.br – (11) 3061-2263 / (11) 9 9900-8402

 

ARTIGO – Certificação é nada sem fiscalização

(*) Georges Blum

O uso das lâmpadas LED tem sido cada vez mais difundido entre os consumidores no Brasil, em virtude de vantagens como economia, eficiência e sustentabilidade.

Para garantir que os produtos disponibilizados no mercado estejam em conformidade com padrões específicos de segurança, desempenho e qualidade estipulados por um órgão certificador renomado, desde o dia 17 de janeiro de 2018 está proibida a comercialização no País de lâmpadas LED, do tipo com dispositivo de controle integrado à base, sem certificação do Inmetro.

Entretanto, a despeito dos esforços de fiscalização pelos órgãos competentes, ainda é possível encontrar no mercado brasileiro lâmpadas baratas, com baixa qualidade, não só em termos de desempenho, mas também de segurança, oferecidas por importadores e fabricantes oportunistas.

A certificação obrigatória foi uma conquista, já que os produtos só podem ser colocados no mercado se atenderem às especificações técnicas da Portaria nº 144 (e depois nº 221) do Inmetro. A qualidade vem melhorando, mas apesar de a regra valer para todos, ainda há no mercado um enorme volume de lâmpadas piratas, o que demanda um esforço adicional dos órgãos competentes para fiscalizar e fazer valer a certificação.

Empresas que colocam no mercado produtos irregulares são corresponsáveis e prejudicam o setor, o consumidor e o próprio País.

Denúncias aos órgãos competentes não faltam. Um exemplo de prática ilícita é a interposição fraudulenta de pessoas, a fim de ocultar o subfaturamento do preço de mercadorias importadas, o que acarreta na redução da base de cálculo dos tributos incidentes na importação. O ilícito fiscal começa na importação e prossegue nos estabelecimentos atacadistas, que vendem às grandes varejistas de material de construção.

Para termos ideia do tamanho do problema, com as operações realizadas por apenas uma das empresas denunciadas, em dois meses deste ano, o Fisco Federal teria deixado de arrecadar um valor superior a R$ 7 milhões. O número pode chegar a R$ 30 milhões se forem consideradas as demais empresas fraudadoras.

Não se trata de um caso isolado. Por isso não é difícil encontrar no mercado lâmpadas comercializadas abaixo do preço de custo. O resultado é uma concorrência predatória, que mata as empresas que cumprem a lei, geram emprego e renda.

Se a certificação impõe que ensaios sejam feitos anualmente em laboratórios para comprovar que os produtos atendem aos padrões técnicos, a outra ponta é a fiscalização, que poderia ser maior no mercado de iluminação para impedir que uma empresa fabrique/importe uma lâmpada fora de especificação, com a suspensão do registro, se necessário, até que seja certificada novamente.

O importante é que tenhamos produtos de qualidade, desempenho e segurança para os consumidores brasileiros, compatíveis com os encontrados em outros países, e que as empresas idôneas tenham um ambiente justo e estimulante para operar.

 

(*) Georges Blum é presidente-executivo da Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) e Engenheiro de Produção.

 

A partir de 17 de janeiro fica proibido às MPE’s comercializar lâmpadas LED sem certificação do INMETRO

Novas regras, que valiam apenas para atacadistas e varejistas de médio e grande porte, agora se aplicam a todas as empresas do País

SÃO PAULO, JANEIRO de 2018 – As lâmpadas LED já são realidade no mercado nacional, ganhando a preferência dos consumidores, que estão cada vez mais aprendendo a importância da economia de energia dentro do orçamento familiar, bem como do uso de produtos sustentáveis, que não agridem o meio ambiente.

No entanto, o consumidor deve ficar atento: a partir de 17 de janeiro de 2018 fica proibida a comercialização de lâmpadas LED, do tipo com dispositivo de controle integrado à base, sem certificação do INMETRO, por atacadistas e varejistas de todos os portes, inclusive MPE’s, ou seja, agora a regra vale para todas as empresas.

É possível hoje encontrar todos os tipos e formatos de lâmpadas LED, muitas vezes com os mesmos formatos das lâmpadas que conhecemos de outras tecnologias, com a finalidade de facilitar a vida do consumidor nessa substituição.

A certificação é a ferramenta que assegura, não só ao consumidor como aos distribuidores e varejistas, que uma organização independente, por meio da análise do processo de fabricação e ensaios em laboratórios, verificou que o produto está em conformidade com padrões específicos de segurança, desempenho e qualidade estipulados por um órgão certificador renomado.

Saiba como identificar uma lâmpada LED certificada

A Abilumi (Associação Brasileira dos Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) orienta o consumidor a verificar os seguintes itens na embalagem:
– Todas as informações devem, obrigatoriamente, estar em português.
– Nome do fabricante, CNPJ e telefone do SAC.
– Selo do Inmetro.
– Potência em Watts.
– Fluxo luminoso em lúmens.
– Eficiência luminosa em lúmens por Watt.
– Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence).
– A etiqueta deve conter ainda, na parte de segurança, um número de registro, pois alguns fornecedores estão colocando apenas XXXXXX. Caso isso aconteça, não tenha dúvida, a certificação é falsa!

A motivação para a certificação de lâmpadas LED não foi diferente das outras lâmpadas: expurgar do comércio importadores e fabricantes que encontraram no mercado brasileiro, desregulamentado, uma oportunidade de comercializar lâmpadas baratas, com baixa qualidade, não só em termos de desempenho, como de segurança.

Segundo o engenheiro elétrico e Assessor Técnico da Abilumi, Rubens Rosado, com o mercado desregulamentado, consumidores que se preocupam apenas com o preço no momento de aquisição de suas lâmpadas perdem triplamente.

“Primeiro, por colocarem em risco sua vida e suas instalações, com produtos que não têm, por exemplo, isolamento adequado e proteção contra curto circuito. Segundo, por estarem sendo enganados em relação às informações de embalagem, como fluxo luminoso e potência, inferiores ao que o produto proporciona. Terceiro, por que fica difícil para os importadores e fabricantes comprometidos com a qualidade trazerem para o mercado interno produtos com novas tecnologias, mais eficientes, mais seguros, que estão surgindo no
mercado internacional a cada dia”, explica o especialista.

“A qualidade tem um preço, que deve ser justo para quem comercializa e para quem adquire um produto”, completa o engenheiro.
Vale ressaltar que desde o dia 17 de julho de 2017 ações de fiscalização estão programadas e lojistas e distribuidores poderão ser autuados, sendo passiveis de apreensão das mercadorias sem certificação e multa. Dessa forma, é necessário que consumidores, lojistas e distribuidores se conscientizem sobre as novas regras, adquirindo somente produtos certificados.

Sobre a ABILUMI
A ABILUMI (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação), criada em janeiro de 2005, tem por objetivo congregar e defender os interesses das empresas atuantes no segmento de importação e distribuição de produtos de iluminação. Seus principais esforços são dirigidos para o apoio ao desenvolvimento de normas universais e o aprimoramento dos
produtos oferecidos no mercado brasileiro.

A entidade apoia os programas de Eficiência Energética nos diversos organismos governamentais e entidades de classe e coopera com os poderes públicos nos estudos e soluções dos problemas que se relacionem com os interesses e questões de caráter comercial das associadas, como o Ministério das Minas e Energia, Procel e Inmetro, entre outros.
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Mais informações: Veropress Comunicação – Assessoria de imprensa da Abilumi
Thais Abrahão – Thais@veropress.com.br – (11) 3061-2263 / (11) 9 9900-8402

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